A linda Isabel Cristina Beduschi, Miss Santa Catarina e Miss Brasil 1988, foi eleita em Sao Paulo, no Teatro Silvio Santos, e venceu outras 26 candidatas concorrentes. Isabel foi a única Miss Brasil da "era Sílvio Santos" eleita por voto nominal (no desempate entre as candidatas da Bahia e de Minas Gerais, ela venceu com o voto da então coreógrafa do evento, Joyce Kermann). Isabel embarcou para Taipé, capital de Taiwan, para concorrer ao Miss Universo, que se realizaria naquela cidade, no dia 23 de maio de 1988. Isabel nao chegou a ser semifinalista no Miss Universo, disputado por 66 lindas Misses de diversos paises. A eleita Miss Universo 1988 foi a exotica Miss Thailand (Tailandia), Pornthip Nakhirunkanok, em um TOP 05 onde 4 eram Misses asiaticas (Coreia, Japao e Hong Kong). O belissimo traje tipico da Miss Trinidad and Tobago, Cheryl Ann Gordon.
Isabel Cristina Beduschi tambem foi a Lima, Peru, disputar o concurso "Miss South America 1988" (Miss America do Sul), com outras 08 candidatas sul-americanas, e foi a vencedora.
Eleita Miss Simpatia no Miss Brasil 1988(como tambem foi semifinalista), a candidata do Paraná, Karla Cristina Kwiatkowski, seria eleita dois anos mais tarde Miss Brasil Mundo.
Duas interpretacoes diferentes para esta musica belissima e cheia de sentimentos!
"Love hurts, love scars Love wounds and mars Any heart not tough Or strong enough Take a lot of pain Take a lot of pain Love is like a cloud And it holds a lot of rain Love hurts, (ooooo), love hurts
I'm young, I know but even so I know a thing or two Ooo honey, I learned from you I really learned a lot I really learned a lot Love is like a stove It burns you when it's hot Love hurts, (ooooo), love hurts
Some fools rave, of happiness Of blissfulness, togetherness Oh, some fools, They fool themselves, I guess They're not fooling me And I know it isn't true God, I know it isn't true Love is just a lie and it's Made to make you blue Love hurts, (ooooo) love hurts (Ooooo), love hurts
And I know it isn't true Oh, I know it isn't true Love is just a lie and it's Made to make you blue Cause love hurts Early in the morning you hurt, Love hurts, (ooooo), love hurts"
Paixão e morte são os temas centrais do romance de Jean Genet adaptado para o cinema pelo alemão Rainer Werner Fassbinder. Interpretado por Brad Davis como Querelle, o personagem central é um marinheiro amoral, que provoca paixões violentas em homens e mulheres, detonando neles impulsos de morte. Os cenários são estilizados e o clima homoretótico predomina neste que é o último e mais gay filme de Fassbinder. A história de um jovem marinheiro, Querelle, que se vê deslumbrado diante do seu poder de seduzir e deixar a todos fascinados. O filme é uma adaptação livre do livro de Jean Genet. Fassbinder explicou sua obra, numa entrevista pouco antes de morrer:
"Eh o romance mais profundamente extremista de toda a literatura mundial. Na realidade, a história em si, se for isolada da imagem do mundo de Genet, apresentaria pouco interesse, seria apenas uma banal história policial. Por outro lado, existe o modo de Genet contar esta história, sua imaginação excessiva, que dá vida a um mundo que, a princípio, nos parece estranho, um mundo que parece existir apenas em função de suas próprias leis, e que encontra suas origens em uma mitologia inteiramente extraordinária.”
A história de um jovem marinheiro, Querelle, que se vê deslumbrado diante do seu poder de seduzir e deixar a todos fascinados, fascina a todos.
Neste Video existem cenas fortes de sexo e de violencia.
Um filme franco-alemao, de 1982.
O filme inteiro atrai o espectador e ao mesmo tempo causa repulsa. Mexe em coisas como morte e violência, paixão, sexo. As proibições, os tabus e o desejo.
É um filme diferente tanto na forma como no conteúdo. O cenário é visivelmente gravado em estúdio. Não que isso seja algo negativo. Pelo contrário, dá uma teatrilização a história. Embora a luz recaia mais nos atores, ficando um aspecto sombrio em volta, ao mesmo tempo que angustia um pouco, também nos envolve aquela atmosfera carregada de erotismo.
O filme aborda um tema polemico: homossexualismo… Diria que bem provocador àqueles que discriminam. A única personagem feminina é a mais idosa. Não sei se por algo freudiano… Mas ela faz uma ponte entre Querelle e os personagens do Bar/Cabaré.
Querelle é um marinheiro que se envolve com homens e mulheres no porto de Brest (França). Em busca de prazer, fomenta desejos, envereda pela marginalidade e, finalmente, pela criminalidade, tornando-se ladrão e serial killer. Tenta, dessa forma, através da violência, sentir e dar prazer. Até que seus próprios desejos o obrigam a tentar abandonar sua passividade e demonstrar suas emoções.
Each man kills the thing he loves ("Todo homem mata aquilo que ama").
Video com cenas fortes de sexo e violencia.
“Todo homem mata aquilo que ama“ ("Each man kills thing he loves"), musica cantada por Jeanne Moreau, pontua a subversão nesse filme. Há um crime, que termina por envolver várias pessoas, as que desembarcaram no porto, e as que vivem ali. Quem morreu? Quem matou? O que tem Querelle com toda essa história? Em Brest, no porto, havia um bordel. Nele, o dono (um negro chamado Nono) disputava nos dados com os clientes sua sorte para aquela noite. Os que ganhavam, escolhiam a mulher que desejavam e passavam a noite com ela. Os que perdiam, ficavam com Nono. O irmão de Querelle está no bordel e tem um caso com a dona, esposa de Nono – Lysianne (a espetacular atriz francesa Jeanne Moreau). Querelle vai até lá e encontra seu irmão. No bordel, aceita a aposta de Nono. A cena em si, no filme, não é tão explícita. Mesmo assim, todo o filme apresenta uma tensão sexual pesada e, dependendo da fantasia de quem assiste, pode ser extremamente excitante ou grotesco.
Este Video contem cenas fortes de sexo e violencia.
Último filme do diretor Fassbinder (1945-1982), que teria se suicidado com uma overdose de drogas. É um testamento de suas preocupações, dedicado ao namorado que ele mais amou. "Querelle" é altamente estilizado, atemporal, com forte teor homossexual e inspirado num perturbador livro de Jean Genet. Fez grande sucesso por causa de suas ousadias.
Para apreciar este belissimo filme, é preciso conhecer melhor a obra de Jean Genet, escritor elogiado pelo filósofo Jean Paul Sartre que nunca abdicou da marginalidade e que falava em "assassinato como um ato santificado". Difícil de seguir para o espectador casual, "Querelle" assume sua teatralidade, tendo sido inteiramente rodado em estúdio, com cenários artificiais, nos quais os pilares do cais são torres fálicas..
Fassbinder trata da ambigüidade das relações sexuais: amor-morte, humilhação-ternura, dor-prazer, desejo-desprezo. Há textos esparsos durante todo o filme e a epígrafe é a famosa frase de Oscar Wilde, cantada por Jeanne Moreau: "Todo mundo mata aquilo que ama". Sem dúvida, um filme transgressor.
O jovem que era quando ali chegara, o homem que se transformou em tão pouco tempo, é o que ficamos conhecendo. E os outros personagens também. Querelle subverte a ordem de um jeito que encanta a todos. Mas fica difícil antever quem irá gostar desse personagem.
Video com cenas fortes de sexo e violencia.
Elenco Brad Davis ... Querelle Jeanne Moreau ... Lysiane Franco Nero ... Seblon Laurent Malet ... Roger Bataille Hanno Pöschl ... Robert/Gil Günther Kaufmann ... Nono Burkhard Driest ... Mario
Rainer Werner Fassbinder fez tambem "As Lágrimas Amargas de Petra von Kant" (sobre o mesmo tema: homossexualismo) que foi encenada no teatro carioca (depois percorreu varias capitais brasileiras) pelas extraordinarias atrizes brasileiras Ferananda Montenegro e Renata Sorrah. E com grande sucesso.
Os atores: Brad Davis (foi o ator principal do extraordinario filme "Midnight Express"; Franco Nero, ator italiano, fez inumeros filmes; Jeanne Moreau (extraordinaria atriz francesa de muitos filmes consagrados, entre ele, "Jules et Jim").
Video com fotos de sexo e violencia.
"Querelle" foi encenado tambem no teatro carioca, tendo no elenco os atores Gerson Brenner (como Querelle); Humberto Martins; e Rogeria; entre outros.
O filme em si é excelente para todos aqueles que estejam dispostos a compreender melhor uma visão contextual (Marinheiros, Homens, Crimes e Polícia), sobre uma parte da sexualidade humana, deve ver esse filme, que não carregara estereótipos nas cenas, trata também de machismo, e é cinematograficamente falando o “pai do extraordinafio filme “Dogville” (com Nicole Kidman). Os cenários “sem paredes”, assim como a inclusão de textos ao longo, levam a crer que, Querelle é de certa maneira uma das fortes influências do cineasta Lars Von Trier para que ele filmasse, anos depois, "Dogville". A começar pelo título “Querelle - Dogville” que parece um trocadilho.
Maria Bethânia - Fera Ferida: "...Me deixei enganar e até me levar por você..." "...Sou fera ferida no corpo, na alma e no coração..."
Uma interpretação avassaladora de Maria Bethânia para a canção "Fera Ferida", um de seus maiores sucessos, composto por Roberto Carlos e Erasmo Carlos.
FERA FERIDA
"Acabei com tudo Escapei com vida Tive as roupas e os sonhos Rasgados na minha saída Mas saí ferido Sufocando meu gemido Fui o alvo perfeito Muitas vezes no peito atingido
Animal arisco Domesticado esquece o risco Me deixei enganar E até me levar por você
Eu sei quanta tristeza eu tive Mas mesmo assim se vive Morrendo aos poucos por amor
Eu sei, o coração perdoa Mas não esquece à toa E eu não me esqueci
Não vou mudar Esse caso não tem solução Sou fera ferida No corpo, na alma e no coração Não vou mudar Esse caso não tem solução Sou fera ferida No corpo, na alma e no coração
Eu andei demais Não olhei pra trás Era solto em meus passos Bicho livre, sem rumo, sem laços
Me senti sozinho Tropeçando em meu caminho À procura de abrigo Uma ajuda, um lugar, um amigo
Animal ferido Por instinto decidido Os meus rastros desfiz Tentativa infeliz de esquecer
Eu sei que flores existiram Mas que não resistiram A vendavais constantes
Eu sei que as cicatrizes falam Mas as palavras calam O que eu não me esqueci
Não vou mudar Esse caso não tem solução Sou fera ferida No corpo, na alma e no coração
Não vou mudar Esse caso não tem solução Sou fera ferida No corpo, na alma e no coração
Sou fera ferida No corpo, na alma e no coração
Sou fera ferida No corpo, na alma e no coração..."
O video foi extraído do DVD "Maricotinha", de Maria Bethânia, que foi lançado pela Biscoito Fino, em 2002.
Essa musica eh "massa", essa musica eh "show de bola", belissima, maravilhosa! Adoro esta musica, ainda mais cantada pela "Diva" Maria Bethania!
MARIA BETHÂNIA
"Eu Que Não Sei Quase Nada Do Mar"
(Ana Carolina/ Jorge Vercilo)
"Garimpeira da beleza te achei na beira de você me achar Me agarra na cintura, me segura e jura que não vai soltar E vem me bebendo toda, me deixando tonta de tanto prazer Navegando nos meus seios, mar partindo ao meio, não vou esquecer.
Eu que não sei quase nada do mar descobri que não sei nada de mim
Clara noite rara nos levando além da arrebentação Já não tenho medo de saber quem somos na escuridão
Clara noite rara nos levando além da arrebentação Já não tenho medo de saber quem somos na escuridão
Me agarrei em seus cabelos, sua boca quente pra não me afogar Tua língua correnteza lambe minhas pernas como faz o mar E vem me bebendo toda me deixando tonta de tanto prazer Navegando nos meus seios, mar partindo ao meio, não vou esquecer
Eu que não sei quase nada do mar descobri que não sei nada de mim
Clara noite rara nos levando além da arrebentação Já não tenho medo de saber quem somos na escuridão
Clara noite rara nos levando além da arrebentação Já não tenho medo de saber quem somos na escuridão..."
Maria Bethania, "Sonho Impossivel", show "A Cena Muda", em 1974. Um show fantastico, como sao todos os shows da "Diva" Maria Bethania.
"Sonho Impossível"
Maria Bethânia
Composição: J.Darion / M.Leigh / Ruy Guerra
"Sonhar mais um sonho impossível Lutar quando é fácil perder Vencer o inimigo invencível Negar quando a regra é ceder Sofrer a tortura implacável Romper a incabível prisão Voar num limite provável Tocar o inacessível chão É minha lei, é minha questão Virar este mundo, cravar este chão Não me importa saber Se é terrível demais Quantas guerras terei que vencer Por um pouco de paz E amanhã este chão que eu deixei Por meu leito e perdão Por saber que valeu Delirar e morrer de paixão E assim, seja lá como for Vai ter fim a infinita aflição E o mundo vai ver uma flor Brotar do impossível chão!"
"Para Sempre"
"Por que Deus permite que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora, luz que não apaga quando sopra o vento e chuva desaba,
veludo escondido na pele enrugada,
água pura, ar puro, puro pensamento.
Morrer acontece com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça, é eternidade.
Por que Deus se lembra - mistério profundo - de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo, baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre junto de seu filho
e ele, velho embora, será pequenino feito grão de milho."
Carlos Drummond de Andrade
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